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                    Trabalho com vendas direta no mercado informal, sou artesã por gosto e vocação nas horas vagas, ou quase sempre. Pra falar a verdade eu acho que  nasci pra fazer arte .Adoro meus animais de estimação, a Vida, meu maridão, meus amigos .Embora pareça uma pessoas mal humorada e brava, não sou, só parece.É só saber levar que fica fácil. Enfim com o tempo vc decide quem sou eu !!! Adoro a Natureza e fico muito irritada quando vejo tanta destruição, maldade principalmente com os animais, isso realmente me irrita e preocupa. Mas vou vivendo com amor e carinho, num caso de amor e cumplicidade eterno com a vida.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sexta - Feira Santa /Significados

Sexta-Feira Santa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Cristo crucificado, por Diego Velázquez
A Sexta-Feira Santa, ou 'Sexta-Feira da Paixão', é a Sexta-Feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.
A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira após a primeira lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 20 de março e 23 de abril.


                                                              

Segundo o Cristianismo



A sexta-feira de paixão ou sexta-feira santa é o dia cristão que marca o julgamento, condenação, martírio, morte e sepultamento de Jesus Cristo. É na sexta-feira da paixão que Cristo percorre a Via Sacra que também é conhecida por muitos como Via Dolorosa. Ele carrega sua cruz até o Gólgota, onde é crucificado.
Depois de morto, seu corpo é descido da cruz e sepultado em uma gruta lacrada por uma grande pedra. Segundo a tradição cristã, a morte de Jesus é qualificada como Paixão, metaforicamente um ato de amor e de entrega. O silêncio, o jejum com base na abstinência de carne e a oração marcam este dia.

Desta forma segundo a tradição cristã na sexta-feira santa não se deve consumir carne vermelha. O tradicional é o consumo de peixe.







Segundo o Espiritismo:



Nao existe páscoa na doutrina espírita. A Páscoa é uma festa católica, culminância da chamada semana santa. Nesta data algumas religiões comemoram a morte e a ressurreição de Jesus. Na doutrina espírita, sabemos que a morte é conseqüência do processo reencarnatório, que não tem nenhuma conotação especial a não ser a volta para o mundo espiritual e portanto não há necessidade de se relembrar sempre com tristeza a data. Jesus tinha uma missão quando reencarnou na Terra, e ao cumpri-la retornou a pátria espiritual e para isso passou pelo processo desencarnatório chamado de morte. Quanto a Páscoa, ela é comemorada como a ressureição de Jesus por algumas religiões mas sabemos que isso é impossivel. O corpo carnal uma vez morto, jamais retorna a vida. Desde que haja o desligamento do perispírito e conseqüentemente do espírito, a matéria se torna inerte e não mais adquire vida. Jesus apareceu a seus apóstolos após a sua morte em um fenômeno chamado materialização, onde seu perispírito se tornou visível para todos que estavam presentes.

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O JEJUM NAS RELIGIÕES



 



Catolicismo

A Igreja Católica sempre teve uma disciplina penitencial, que inclui o jejum. Na época dos profetas, o jejum era uma forma de arrependimento e de conversão. Hoje é de renúncia ao prazer que o alimento dá, de homenagem a Deus e a Jesus e solidariedade aos que passam fome. É uma forma de purificação e crescimento espiritual. É feito na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa (amanhã, 9/4). O fiel escolhe a forma de jejuar, mas a igreja orienta a privação total ou a redução de uma das refeições principais. Por resolução da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), não é mais obrigatória a abstinência de carne vermelha na Sexta-Feira Santa. Pode ser substituída pela privação de algo prazeroso --como comer chocolate-- ou por uma ação assistencial.

Judaísmo

O principal jejum realizado é o Iom Kipur, dia do perdão (abstenção de líquido, alimento, sexo e cigarro), do amanhecer ao pôr-do-sol. O Iom Kipur é um dia de total transparência, em que a pessoa vai avaliar sua vida, o seu desempenho no ano que terminou. O jejum é feito também em outras quatro ocasiões.




Islamismo

O jejum é um dos cincos pilares da religião. Obrigatório uma vez por ano, no nono mês do calendário islâmico, o Ramadã. Comida, líquido, sexo e álcool são proibidos da alvorada ao pôr-do-sol, com alimentação moderada à noite, acompanhada de orações. É considerado uma purificação física (dá um descanso ao organismo), mental (abstinência de pensamentos considerados ruins) e espiritual (o que inclui o sentimento e a ação de solidariedade aos carentes).




Budismo

O jejum já existia na Índia pré-budista, integrava a prática de mortificação, para alcançar a purificação corporal e espiritual. A prática ainda é conservada, até mesmo em escolas do Japão.

Fontes: Frei Volney Berkenbrock, professor de história das religiões da Universidade Federal de Juiz de Fora; Dario Bevilacqua, porta-voz da Arquidiocese de São Paulo; rabino Nilton Bonder; xeque Jihad Hassan.



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