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                    Trabalho com vendas direta no mercado informal, sou artesã por gosto e vocação nas horas vagas, ou quase sempre. Pra falar a verdade eu acho que  nasci pra fazer arte .Adoro meus animais de estimação, a Vida, meu maridão, meus amigos .Embora pareça uma pessoas mal humorada e brava, não sou, só parece.É só saber levar que fica fácil. Enfim com o tempo vc decide quem sou eu !!! Adoro a Natureza e fico muito irritada quando vejo tanta destruição, maldade principalmente com os animais, isso realmente me irrita e preocupa. Mas vou vivendo com amor e carinho, num caso de amor e cumplicidade eterno com a vida.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Boneca Russa

Finalmente estou aqui para postar e dividir com vocês mais um pouco de meu trabalho. Como não podia deixar de ser, como bonequeira também resolvi fazer esta lindas bonecas que estão fazendo o maior sucesso. Espero que gostem e que façam seus pedidos... Ainda dá tempo.
                               
                         A primeira é uma princesa "Branca" do Reino encantado dos sonhos.
                                                                Valor: R$ 145,00 reais
                                  Forma de pagamento para todas : depósito e conta corrente.









Esta outra é Caroline Florida, também a venda por R$ 110,00 reais





Um pouco mais de tradição - "Natal: Festa pagã que se tornou cristã"




Enfeitar uma árvore, iluminar as casas e as ruas, trocar presentes, reunir a família e os amigos ao redor de uma farta ceia: são apenas algumas características do Natal herdadas de tradições pagãs muito mais antigas do que o próprio Cristo...

Festa pagã, chamada de Natalis Solis Invicti ("nascimento do sol invencível")era uma homenagem ao Deus persa Mitra, popular em Roma. As comemorações aconteciam durante o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. No hemisfério norte, o solstício não tem data fixa - ele costuma ser próximo de 22 de dezembro, mas pode cair até no dia 25.

Diferente do que a maioria das pessoas pensem, o Natal não tem nada á ver com o nascimento de Jesus, a quem Paulo de Tarso e a Igreja de Roma divinizaram. Árvores enfeitadas, guirlandas nas portas, isso é bem anterior a comemoração cristã. Há registros históricos de que os  celtas, viveram há cerca de milênios antes de nossa era. Adoravam em sua religião politeísta a uma Deusa e um Deus, a quem chamavam respectivamente de "Grande Mãe" e "Deus Cornífero". A maioria de seus rituais eram feitos sob um grande carvalho, árvore tida como sagrada por esse povo, a qual enfeitavam pendurando coisas que achavam belas, como também pedindo aos seus deuses proteção, pois essa era para eles uma espécie de pontes entre o céu e a terra, ou melhor: entre suas divindades e os seres humanos. A própria guirlanda era feita no inverno com folhas de pinheiro, pois eram as únicas que permaneciam verdes nesse período. Com elas entrelaçadas eram formados círculos e então eram penduradas nas portas como boas-vindas aos Deuses.

Seja como for já é comprovado por diversos historiadores laicos e cristãos hoje em dia que Jesus  não nasceu no dia 25 de dezembro, mas essa era a data de homenagear ao Deus sol, ou melhor, o Sol Invictus, que foi substituído por Jesus no período de Constantino Magno, com a intenção de cristianizar o paganismo.


A própria figura mítica de Papai Noel como é conhecido no Brasil, ou Pai Natal como é chamado em Portugal ou ainda Santa Claus de acordo os países de língua inglesa, é algo a se refletir, pois segundo a tradição, este homem foi o próprio São Nicolau (como chamado pela tradição cristã), nascido na Turquia, mais tarde se tornou bispo. Um homem de bom coração que distribuia presentes e dinheiro em caridade. Até o final do século XIX era representado com uma roupa de inverno predominantemente verde e marrom. Porém em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova versão para esta personagem, que mais tarde, em 1931 foi adotada pela Coca-Cola em uma campanha publicitária. Desta vez da forma como já conhecemos na atualidade, ou seja, com suas vestes vermelhas e brancas.

No Natal, a festa cristã se entrecruza com a tradição popular de origem pagã. Antes do Natal cristão, existia a Festa do Fogo e a do Sol, pois essa época do ano é a do solstício de inverno, ou seja, o dia mais curto do ano no hemisfério norte. A partir dessa data (ao redor do dia 22 de dezembro) as horas de luz começam a ser mais longas a cada dia.

Essa inversão astronômica da rota solar constitui o cerne da questão para todo aquele que deseja compreender o real por quê da escolha de 25 de dezembro como data do nascimento do Cristo. Essa inversão trará de volta a primavera dentro de 3 meses. Quase todas as culturas antigas festejavam o evento. Todas as atividades humanas (caça, pastoreio e agricultura) eram ligadas ao fim do inverno e ao alternar-se das estações. Nos meses mais frios as pessoas permaneciam trancadas em casa, consumindo o alimento acumulando durante o ano, na esperança de que as reservas fossem suficientes. Superar a metade do inverno era, portanto, motivo de regozijo e de esperança de sobrevivência.

A festa do solstício cai no período entre 21 e 24 de dezembro por um simples motivo astronômico: nessa fase, aos olhos de um observador ou de um astrônomo, o sol parece ficar parado no horizonte, para depois inverter sua rota e retomar seu movimento em direção à primavera a partir do dia 25 de dezembro. Dessa mesma origem deriva uma importante festa da Roma Antiga, celebrada a 25 de dezembro, a festa dedicada ao deus Mitra, divindade solar muito cultuada pelos soldados e pelas populações das zonas de fronteira. A grande Festa do Sol, na mesma data, tinha a característica de integrar as religiões das diversas populações europeias sob o domínio do vasto império romano. Quase todas elas celebravam a 25 de dezembro o solstício de inverno. A festa era muito parecida às atuais celebrações do Natal cristão, com ritos coletivos e festas familiares.

Na Roma Antiga festejavam-se as Saturnálias em homenagem a Saturno, deus da agricultura. Era um período de paz e de recolhimento (meio do inverno), quando as pessoas trocavam presentes, e amigos e familiares se reuniam em suntuosos banquetes. Os celtas, outra etnia majoritária na Europa naqueles tempos, festejavam por seu lado o próprio solstício de inverno.

No ano 274 depois de Cristo, o imperador Aureliano decidiu que no dia 25 de dezembro fosse festejado o Sol. Disso deriva a tradição do "tronco natalício", grande pedaço de madeira que nas casas deveria queimar durante 12 dias consecutivos e deveria ser preferivelmente de carvalho, madeira propiciatória. Dependendo do modo como ela queimava, os romanos faziam presságios para o futuro. Nos dias de hoje, o tronco natalício se transformou nas luzes e velas que enfeitam e iluminam as casas, árvores e ruas.
E a onipresente árvore de Natal? Também ela pertence à tradição pagã europeia. A imagem da árvore (especialmente as que são perenemente verdes, resistentes ao inverno, como os pinheiros) constitui um tema pagão recorrente, céltico e druídico, presente tanto no mundo antigo quanto no medieval, de onde foi assimilado pelo cristianismo. A derivação do uso moderno dessas tradições, no entanto, não foi provada com certeza. Ela remonta seguramente pelo menos à Alemanha do século 16. Ingeborg Weber-Keller (professor de etnologia em Marburgo) já identificou, entre as primeiras referências históricas da tradição, uma crônica de Bremen de 1570, segundo a qual uma árvore da cidade era decorada com maçãs, nozes, tâmaras e flores de papel. A cidade de Riga, na Letônia, é uma das que se proclamam sedes da primeira árvore de Natal da história (em Riga existe inclusive uma inscrição escrita em oito línguas, segundo a qual "a primeira árvore de fim-de-ano" foi enfeitada na cidade em 1510).

Muitas outras festas do calendário cristão, entre elas a Páscoa, as festas juninas, o Dia dos Mortos e o de Todos os Santos – todas elas eram festividades pagãs que foram incorporadas pela Igreja.

 Luis Pellegrini

25 de Dezembro




Com o solstício de inverno se aproximando no hemisfério norte e o do verão no hemisfério sul, vamos falar sobre algumas das tradições
pagãs que foram incorporadas às tradições de Natal moderna.
Muitas pessoas não percebem q
ue muitas das tradições que praticamos já estavam sendo usadas antes do nascimento de Jesus!
Algumas pessoas ficam confusas com o fato de praticar Wicca e celebrar o Natal sendo uma data comemorativa cristã,
mas continuamos a seguir um monte de aparentemente tradições cristãs que são simplesmente pagãs.
Bem, isso ocorre porque muitas dessas tradições existiam muito tempo antes de o cristianismo estar sobre a terra.
Ninguém sabe ao certo a data exata do nascimento de Jesus. Na verdade, isso é muito discutível e há numerosos estudos dirigidos a descobrir.
No entanto, muitos historiadores acham que ele provavelmente nasceu em setembro, embora alguns defendem e dizem meados do verão.
Por que não em dezembro? Porque a Bíblia fala sobre os pastores e suas ovelhas no campo á noite o que provavelmente não teria
acontecido nos meses frios do inverno.
Então, porque o Natal é comemorado em 25 de dezembro? Existem várias razões. Por um lado, a festa do filho de Ísis (a deusa da Natureza)
foi celebrada na antiga Babilônia, em 25 de dezembro. Durante esta celebração, os presentes foram trocados e não havia muita festa e comida.
Em Roma, o Imperador Aureliano estabeleceu a data como o nascimento do Sol Invencível, como parte das celebrações do solstício de inverno que
aconteceram no Império Romano. Sua celebração foi referido como "Saturnalia", e Saturno honrado, o Deus da Agricultura. Durante a Saturnália,
os romanos trocavam presentes de boa sorte chamado Stenae, ou "frutos da sorte."
Saturnalia também é importante na nossa história, porque os Mascarados nasceram lá. Os Mascarados eram cantores e dançarinos que viajavam de uma
casa para outra em todo mundo, divertindo e cantando para as pessoas onde passavam. Isso é mais do que provável de onde surgiu a tradição muito comum em
alguns países, dos corais que vão cantando de porta em porta
No norte da Europa, os pagãos celebravam o Yule muito antes do cristianismo vir para a terra. O Yule foi a celebração do solstício de inverno e foi
simbólica de Mitras, o deus do sol. Um dos rituais para celebrar a Mitra era acender uma vela. Durante o Yule também eram queimados em honra do sol
as bagas de azevinho que eram considerados os alimentos preferidos dos deuses. O ritual de Yule também incluía levar
o tronco de uma árvore para dentro da casa.
Mesmo árvores de Natal tem seu início durante este tempo. Muitas pessoas traziam sempre-vivas em sua casa como lembranças que as culturas iriam
crescer de novo e que o inverno não iria durar para sempre. Druidas usaram árvores como símbolos religiosos e realizavam algumas de suas cerimônias
mais sagradas em torno delas. Romanos decoravam suas salas com guirlandas e até mesmo colocavam velas em árvores para decorar a Saturnália.
Algumas pessoas acreditam que quando o Papa Júlio I declarou que 25 de dezembro seria comemorado como a data do nascimento de Jesus, ele estava
tentando conquistar os pagãos, numa tentativa de se converterem ao cristianismo. Afinal, se eles já estavam comemorando, nesse dia, para começar ...
Se você é novo em Wicca e está preocupado em dar um pouco de você em tradições de Natal, Fique tranquilo. Na verdade,
a maioria das tradições do Natal tem sido comemoradas por milhares de anos, antes do cristianismo. Conhecer o significado verdadeiro por trás
das tradições pode ajudá-lo a apreciá-los mais e até mesmo implementá-los em sua própria celebração.

Magia Wicca


MOLDES DE NATAL

                                              Ainda da tempo de fazer este lindo enfeite...












segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Tradição é tudo

Tá na hora de começar a decorar a árvore de Natal